quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Desafios ...muitos para 2012

Neste final de ano paramos para analisar os desafios lançados no decorrer de todo o ano e nos questionamos dos muitos que virão para os próximos 12 meses.  
Prever o que vai acontecer fica complicado, mas estruturar um caminho a ser seguido já é mais realista para poder alcançar os objetivos e metas para sua empresa em 2012.
Com um planejamento estratégico de marketing em sua empresa é mais fácil saber onde sua equipe pode colocar seus esforços de marketing e seus investimentos, para posteriormente colher os melhores resultados. Para isso, se faz necessário levantar informações essenciais para conhecer seu mercado, seus clientes potenciais, o quanto quer crescer e logicamente o quanto pode crescer.
Então para 2012 tenha desafios reais e motivantes, foque sua equipe em resultados aceitáveis. Saber administrar os recursos e conhecer o crescimento do mercado é essencial para estipular as metas e objetivos. Não podemos ter metas que sejam exageradas e inviáveis de serem cumpridas, assim o único resultado obtido é uma equipe desmotivada.
Se isso esta acontecendo em sua empresa hoje, deve ser revisto as metas para que sejam viáveis de serem almejadas. Por outro lado, se as metas são reais e mesmo assim não são obtidas, deve ser analisado o porquê do não fechamento de metas, algo esta errado e deve ser revisto. 
É um grande desafio para 2012 ter metas reais, mas lhe trará bons resultados, pois a empresa vai ganhar por metas obtidas, mais motivação e menor chance ao erro. Seus funcionários terão o trabalho realizado e compensado.
Uma equipe pró ativa trás muito mais retorno e eficiência para sua empresa. Ainda mais nestas épocas de correria, compras e vendas aceleradas para o natal, as pessoas trabalham dobradas, seja para cumprir pedidos ou para planejar as coleções do próximo ano. Portanto acredite em sua equipe e crie motivação para ter um ano ainda mais gratificante.
Então planeje e realize, mas não se esqueça do grande desafio para 2012 que é surpreender. O mercado hoje esta carente desta palavra, encantar o cliente ficou um pouco esquecido nestas correrias. Podemos ver claramente que clientes necessitam serem surpreendidos, pois somente assim sua empresa não precisará pensar em concorrência. Provoque seu mercado, inove o segmento que trabalha e marque sua presença para o novo ano.
Um novo olhar para o mercado, criativo e pró ativo. Nada mais estimulante para uma equipe em saber que sua empresa esta comprando essa idéia, surpreenda! Novo ano, desafios em dobro.
Que em 2012 seja repleto de realizações e vitórias em seus desafios. Muitas alegrias e muitas atitudes positivas para um mundo melhor! Feliz Natal!`
Por Silvia Regina

terça-feira, 27 de setembro de 2011

O Marketing na Prática

Muitas empresas que já perceberam a necessidade de ter um marketing ativo em sua empresa se limitam a usar apenas a parte de comunicação com os clientes, ou seja, usar a publicidade e propaganda. Mas existem outras atividades que englobam um trabalho mais integrado e que são essenciais para que se consigam os resultados projetados.
É necessário também pensar em viabilidade técnica, economia, produtos, logística e até mesmo da padronização interna da empresa, bem como a motivação e comprometimento dos colaboradores, o chamado endomarketing.
Quando se implementa um marketing estratégico é comum que outros setores da empresa se sintam ameaçados por um setor que reavalia alguns trabalhos e processos existentes. Cabe ao responsável do marketing fazer essa integração entre setores e trabalhar em conjunto para que todos comecem a fornecer informações e utilizar-las de maneira eficaz para os benefícios da organização.
Entretanto essa integração só será possível se a direção da empresa estiver participativa a essas mudanças, bem como querer que todos da organização tenham essa nova fase, ao qual trás mais trabalho e logicamente melhores rendimentos.
Uma grande confusão ainda hoje é cometida por algumas empresas quando colocam o setor de marketing dentro do departamento comercial, ao qual além de causar limitações de estratégias, cria uma competitividade de gerencias que se torna prejudicial à integração dos setores. Portanto os setores devem se comunicar continuamente e alimentar o marketing com informações ao qual  possa direcionar as estratégias e auxiliar os departamentos para seu melhor rendimento, inclusive o departamento comercial.
Conforme Sarquis (2009) “Em marketing, as decisões sobre estratégias são estabelecidas para mercados, marcas e/ou produtos e serviços específicos e devem ser elaboradas após a definição dos objetivos de mercado da organização. No contexto do marketing, as decisões estratégicas compreendem principalmente as decisões relacionadas à segmentação de mercado, seleção de mercado alvo, diferenciação competitiva, posicionamento de marca, produto, preços, distribuição, logística, comunicação e vendas da organização.”
Então podemos pensar e colocar em prática um marketing integrado em todos os processos e setores da organização para que todos entendam qual é o posicionamento da empresa e seus diferenciais no mercado.
Somente com esse entendimento por todos os envolvidos na empresa que será possível deixar claro para seus públicos alvos o que a empresa tem de especial em seus produtos e serviços.
É neste contexto que começamos a trabalhar o diferencial da empresa e onde fica claro o verdadeiro reconhecimento dos trabalhos do marketing, quando a empresa se torna referência em seu segmento.

Por Silvia Regina  |  SR Comunicação & Marketing Ltda

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Você utiliza CIM em sua Empresa?

Muito se fala de comunicação, marketing, publicidade, propaganda, relações públicas, promoções... Mas sua empresa utiliza todos esses meios para se comunicar com seus clientes? Se sua resposta foi um sim, já é bom resultado, mas se ainda não utiliza, a pergunta é quanto tempo espera ainda sobreviver no mercado?
Num mercado cada vez mais competitivo, a questão nem é debater se sua empresa utiliza algum meio específico para se comunicar com o cliente, mas se trabalha com eficácia o CIM.
Por proporcionar resultados muito mais significativos para a empresa que vamos abordar a importância em trabalhar com uma comunicação de forma integrada, ou seja, CIM (Comunicação Integrada de Marketing).
Conforme Schultz, Tannenbaum e Lauterborn (1994), “uma nova maneira de se olhar para o todo, lá onde há algum tempo víamos apenas partes distintas, tais como propaganda, relações públicas, promoções de vendas, compras, comunicação de empregados e assim por diante. É um realinhamento das comunicações a fim de observá-las do mesmo modo como o cliente vê – como um fluxo de informação proveniente de fontes indistinguíveis”.
Ou seja, falar da mesma forma padronizada e “entendível” para todos os canais da empresa, passando a mesma mensagem para funcionários, clientes, fornecedores e a sociedade como um todo. Parece simples, mas muitas empresas ainda cometem o erro de não padronizar sua comunicação, perdendo grandes oportunidades e reconhecimento dos seus trabalhos.
Uma grande ressalva é a importância de ter um marketing ativo a esses detalhes que são essenciais para o sucesso no alcance das metas estipuladas. Por exemplo, ter um site de um formato passando uma mensagem e um catálogo que passa outra mensagem, ou seja, uma comunicação que fala de varias maneiras e que não integra a mensagem como um todo. Isso faz com que a empresa tenha maior dificuldade em chegar aos seus resultados e também deixa de trabalha sua marca e seu posicionamento de mercado.
Outro exemplo bem comum são empresas que fazem campanhas e esquecem de trabalhar sua equipe interna, deixando uma falha na comunicação. Com isso, a campanha não trará o retorno esperado, pois os clientes podem ficar encantados com a campanha, comprando a idéia vendida, mas quando se depararem com uma equipe despreparada e que desconhecem a própria campanha e seus benefícios, o encantamento acabará.
Então quando falamos em CIM temos que pensar em comunicação administrativa, comunicação interna, comunicação mercadológica e comunicação institucional. Portanto, abrangendo a comunicação como um todo é possível ter mais êxito em suas ações de marketing. Com isso, faz com que fluam mais facilmente as ações propostas e melhora o reconhecimento da marca.
Nada melhor que falarmos e sermos compreendidos em nossas mensagens. O mundo empresarial esta carente de clareza em sua comunicação, pois uma mensagem correta faz toda a diferença para sua marca estar ou não no mercado, bem como conquistar clientes.

Por Silvia Regina

domingo, 28 de agosto de 2011

Como seu Produto se enquadra no mercado?


Em nosso último artigo falamos sobre o ciclo de vida de produtos e serviços, bem como sua importância em direcionar os negócios da empresa. Agora vamos aprofundar essa análise e falar um pouco sobre o portfólio de produtos de sua empresa. Para isso, vamos utilizar uma das matrizes mais conhecidas para análise dos produtos, a matriz de crescimento-participação do mercado, mais conhecida popularmente como matriz BCG ou matriz de análise do portfólio de produtos.
Conforme Yanaze (2006), “a matriz BCG (Boston Consulting Group) foi desenvolvida a partir de duas variáveis mercadológicas que auxiliam na identificação da situação, do posicionamento de produto, marca e unidades estratégicas de negócios das empresas: taxa de crescimento de mercado e participação relativa no mercado”.
O modelo BCG é representado pelos 4 pontos: Question Mark (ponto de interrogação), Star (estrela), Cash Cow (vaquinha), Dog (cachorro ou mais popular abacaxi). Enquadrar os produtos nestas classificações é fundamental para descobrir onde seus produtos se encontram no mercado, seja como “estrela” = alto, ou seja, como um “abacaxi” = baixo, em outras palavras os que trazem rendimentos e os que não trazem. Com essa análise é possível direcionar o foco da empresa e usar os recursos de marketing no caminho certo.
Claro que existem mais algumas formas de acompanhar o mercado e saber como seu produto esta posicionado. Até porque a falta de alguns critérios pode distorcer informações importantes e que direcionem seu negócio bem distante do objetivo estipulado.
A taxa de crescimento em determinados segmentos varia muito e se baseia em “dado padrão” ao qual podem desviar o foco da empresa. Por exemplo, um segmento x pode crescer 5% ao ano e ser maravilhoso, enquanto para outro segmento y 5% é o fim do negócio.
A matriz BCG em conjunto com o ciclo de vida do produto, torna possível gerenciar e saber exatamente onde estão seus produtos enquadrados no mercado. E com isso, as ferramentas de marketing podem ser aplicadas para a situação real de sua empresa. Os resultados ficarão mais focados e os retornos mais satisfatórios para o faturamento da empresa.
É um trabalho árduo, mas compensador e que vai demandar da gerencia e do setor de marketing um tempo consecutivo e mensal, pois esse trabalho não pode parar. O andamento das informações é sempre atualizado por um mercado extremamente competitivo.
Ter essa análise mês a mês em sua empresa gera uma comparação sensacional no posicionamento de seus produtos no mercado. Com isso, a gerência tem uma visão privilegiada do crescimento anual da empresa, seja no faturamento ou na participação do mercado.
Faça esse desafio e descubra onde sua empresa esta no mercado!

sexta-feira, 29 de julho de 2011

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Vamos fazer o Ciclo de Vida dos Produtos e Serviços?


Estruturar o ciclo de vida do produto e/ou serviço de uma empresa é fundamental para saber onde e quando investir nos esforços de marketing.
É essencial analisar o mercado e pensar em todas as fases do produto|serviço para que esteja pertinente ao que a demanda de mercado necessita. Com isso,  a empresa tem mais sucesso em suas estratégias e obtenha com isso, os melhores resultados.
Conforme Yanaze (pág.74, 2006) ...“ as fases como componentes do ciclo de vida de qualquer produto e os outputs que predominam em cada uma delas: Planejamento, Lançamento, Crescimento, Maturidade, Declínio, Sobrevida e Morte.”
Com cada etapa do ciclo de vida do produto é possível trabalhar de forma agressiva e focada na fase do ciclo de vida do mercado. É comum ver uma empresa lançando um produto e/ou serviço que já esta saturado no mercado e com isso, não agrega em nada para o sucesso deste lançamento.
O pensamento deve ser sempre de que um produto/serviço no mercado tem que ao menos agregar algo ou facilitar sua aquisição para o consumidor, senão acaba sendo mais uma opção no mercado repleto de concorrentes.
Então ter uma percepção adequada do que o mercado necessita e ter um bom senso de oferecer sempre algo a mais é indispensável para que sua marca esteja posicionada e reconhecida quando seu produto/serviço chegue à fase de crescimento | maturidade.
A duração do ciclo de vida do produto/serviço é variável para cada um, tendo que ser elaborado um ciclo de vida individual. Com isso é possível  trabalhar as estratégias com foco nos objetivos propostos para cada produto/serviço e analisar onde cada um destes se encontra no ciclo de vida.
Quando uma empresa tem uma gama de produtos bastante expressiva, pode-se fazer o ciclo de vida em grupos, ao qual deverá seguir uma classificação interna para que todos saibam quem é quem neste trabalho.
Nas fases de cada produto é essencial saber utilizar as estratégias para que se tirem o melhor resultado para a empresa, pois em cada fase é trabalhado “x” e se tem um retorno “y”. É também importante saber que em cada uma destas fases o “x” e o “y” terão um investimento e retorno variado, até chegar à fase final da morte, onde a empresa deve retirar o produto | serviço de linha, ao qual já não deve estar atendo a demanda do mercado.
Essas três perguntas abaixo são necessárias para se ter uma idéia de onde esta sua empresa e seus produtos. Então, você sabe onde cada produto | serviço de sua empresa esta no ciclo de vida? Sabe analisar o mercado para que sua empresa atenda uma fatia maior das demandas do mercado? O ciclo de vida de seus produtos | serviços estão caminhando junto com o ciclo de vida do mercado que atua?
Lembrem-se estratégias são bem estruturadas quando temos as informações corretas, nossos produtos têm que atender e a empresa têm que saber encantar cada cliente!

Por Silvia Regina | SR Comunicação & Marketing

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Convite especial para você!!!

Vamos falar de Marketing Viral?

Muito se fala atualmente de redes sociais, comunicação de massa e conectividade, mas como você esta relacionado ao marketing viral?
Somos todos uma ferramenta de divulgação, seja ela consciente ou inconsciente, isso porque o marketing viral trabalha exatamente essa divulgação semiótica.
Conforme Solomon (2008) marketing viral é a estratégia de fazer com que os visitantes de um site da web passem adiante informações sobre o site para seus amigos a fim de tornar outros tantos consumidores cientes da existência do produto - geralmente criando conteúdo online na forma de entretenimento ou simplesmente de um jeito incomum.
Com essa definição podemos perceber que hoje qualquer empresa/pessoa pode estar na rede divulgando seus produtos e/ou seus interesses particulares. Mas com essa facilidade toda de se comunicar, muitas empresas/pessoa acabam fazendo ou divulgando de forma errônea, ao qual terminam passando uma mensagem prejudicial ou mesmo confusa para outrem. 
Quando se trabalha com uma comunicação de massa todo o cuidado é pouco para saber fidelizar sua marca de forma que as redes sociais sejam um aliado a sua comunicação, e não um canal que possa prejudicar  seus esforços em marketing.
Temos então como uma definição para redes sociais ... sites da web que possibilita aos participantes divulgarem informações sobre si próprios e que entrem em contato com outras pessoas para compartilhar interesses e opiniões semelhantes ou que querem fazer contatos comerciais. (Solomon, 2008, pág. 421).
Além de termos informações sendo colocadas corretamente, a periodicidade também pode ser uma grande vilã para as empresas que começaram a utilizar esses canais de comunicação.
Induzir pessoas a promover o conhecimento de seus produtos e serviços através do marketing viral é uma forma eficiente e econômica de se trabalhar para a divulgação dos produtos e serviços, ao qual já tenha uma pré aceitação de outras pessoas, os chamadas seguidores.
O marketing viral através das redes sociais nada mais é do que uma forma mais abrangente de termos indicações de produtos ou serviços, pois entramos em comunidades que de alguma forma nos identificamos. Seguimos outras pessoas e empresas, pois acreditamos no que é informado por elas. Estamos com mais conhecimento e podemos nos expressar referente ao que foi comunicado.
Algumas perguntas são necessárias para sabermos se estamos realmente agregando em nossa comunicação organizacional. Será que estamos trabalhando corretamente esses canais e trazendo resultados? Estamos fazendo com que as pessoas fiquem sobrecarregadas de informações, ao qual nós tornamos  invasivos e excessos?
Sem dúvida as redes sociais ajudam sua marca a ser divulgada no mercado e claro a fazer negócios, pois quem é visto sempre será lembrado. Mas o cuidado com essas ferramentas é indispensáveis, pois estamos mais suscetíveis aos erros e má interpretações. O profissional de marketing tem que saber utilizar da melhor forma esse marketing viral afim de tornar mais abrangente e eficaz a empresa no mercado. Com isso não podemos esquecer o  posicionamento e a comunicação da empresa ao qual tem que ser clara e direta, pense nisto!
E para aproveitar,  convidamos você a fazer parte de nossas comunidades, esperamos você!

Vamos falar de Marketing de Relacionamento?

Afinal você conhece realmente seu cliente?
Quando conduzimos nossas empresas é comum conhecermos os clientes que fazem parte de nossa história ou pelo menos, os principais clientes.
A equipe comercial e a de marketing necessitam conhecer os detalhes dos consumidores que frequentam a empresa. Mas as equipes conhecem em quanto tempo ele retorna? Se retorna? Por que retorna? Ou melhor, por que não retorna?
É preciso analisar como seu cliente reage ao mercado e de que maneira faz as visitas em sua empresa. Desta forma, se torna fundamental um acompanhamento destas ações para que as estratégias traçadas no planejamento do ano sejam realizadas e controladas.
Entender como se comporta o seu consumidor é um passo fundamental para direcionar e conquistar  as metas da empresa e manter (ou conquistar) os clientes mais rentáveis e assim, ter um poderoso database para trabalhar o marketing de relacionamento, com mais foco e eficácia.
Afinal, como se define o Marketing de Relacionamento?
Conforme Solomon (pág.31, 2008) “Marketing de Relacionamento é empenhar-se em definir segmentos de clientes e em ouvir as pessoas em seus mercados. Muitos deles perceberam que a chave para o sucesso é a construção de laços, entre a marca e o cliente, que possam durar a vida toda. Os profissionais do marketing que investem nesta filosofia interagem com o cliente regularmente e lhes dão razões para manter um elo com a empresa ao longo do tempo”.
Então conhecer seus clientes não é somente saber o endereço e telefone e sim, saber como seu produto | serviço é visto por eles, conhecer a ligação que reflete o seu consumo. Por exemplo, se a ligação do cliente com o produto | serviço é autoconceito, onde o produto | serviço ajuda a estabelecer sua identidade ou mesmo uma ligação de nostalgia, que remete a lembranças boas em sua vida.
Também tem a questão da interdependência onde o produto se faz necessário na vida do consumidor, ao qual a empresa não tem tantos esforços para vendê-los, portanto o mais desejado pelas empresas. E por último, o consumidor movido pela emoção, onde o produto | serviço é comercializado pelo elo emocional de afeto ou outra emoção que este produto | serviço realiza ao consumidor no ato da compra.
Como podemos observar, não é apenas uma questão de dados ou mesmo cultural de cada região ou segmentação, é necessário se fazer uma análise detalhada de itens importantes para se trabalhar o marketing de relacionamento.
Saber conhecer seu cliente e tirar informações que possam ser utilizadas posteriormente são fundamentais para o marketing de relacionamento de uma empresa, e esse trabalho é algo sempre constante.
Você está preparado para esse trabalho? Consegue  captar, atualizar e utilizar sua database?
Nos dias de hoje, o marketing de relacionamento pode ser fundamental para seu negócio!

Sua Empresa sabe qual o público alvo mais rentável?

Você já pensou em qual tipo de cliente é o mais rentável para sua empresa? Parece óbvio a resposta ser sim... Mas a pratica nos diz que muitas empresas não pensam em quais públicos seu produto ou serviço se encaixam.
Conforme o escritor Solomon “se uma empresa faz seu “dever de casa”, primeiro ela identifica um segmento com necessidades únicas e depois desenvolve produtos ou serviços para atender a essas necessidades.”(2008, pág.29).
Sabemos que no mundo real isso pouco acontece, muito se fala do sonho de vender para públicos de classe “AA”, “A” e “B”, aos quais são públicos de alto poder aquisitivo e restrito a um número muito pequeno perante todas as outras classes sociais. A grande questão é que para uma empresa atender esse público é necessário investir muito alto em estrutura e valor agregado.
E a classe “C” e “D” como está sendo trabalhada? Pesquisas afirmam que essa classe “C” e “D” são as que mais crescem significativamente a cada ano. Seja pela economia ou pela facilidade de crédito, a classe popular se transformou em uma mina de riqueza para quem já descobriu que é esse o público alvo que seu produto ou serviço.
E pensar no público alvo é necessário? Logicamente que a resposta é sim, pois direcionar os esforços de marketing para o público a ser atingido é ganho em eficácia na campanha e nos investimentos que logo são transformados em rendimentos. Já foi o tempo em que uma empresa trabalhava para atender “todos” os públicos.
Atualmente as empresas precisam conhecer o mercado e segmentar de maneira que sua comunicação seja direcionada a passar a mensagem correta. Também fazer com que esse público alvo se identifique com os serviços ou produtos da empresa, bem como crie a necessidade de comprá-los. E com isso fazer com que o consumidor reconheça que faz parte desta marca, a tão sonhada fidelidade do cliente.
“Os consumidores da classe trabalhadora tendem a avaliar os produtos em termos mais utilitários, como resistência ou conforto, em vez de estilo ou moda.” (Solomon, pág. 486).
A classe “C” e “D” não exige tanta estrutura e requinte, nem mesmo personalização de produtos ou serviços, mas busca cada vez mais adquirir esse conforto e satisfação em ter o objeto desejado de consumo. As facilidades de pagamento ou mesmo a venda agregada são hoje as principais responsáveis pela descoberta das pessoas em realizar sonhos de consumo.
As empresas que começarem a utilizar seu marketing para almejar determinadas públicos vão descobrir que os investimentos aplicados podem rapidamente se transformar em rendimentos.
No mercado em que está mudando constantemente, descobrir uma necessidade da classe  “C” e “D” e com isso lançar um produto ou serviço específico para atender essa demanda, é com certeza um resultado de sucesso. Agregar ainda bom atendimento, confiança e rapidez, pode ser a fórmula para muitas empresas de pequeno e médio porte se tornarem muito competitivas, até mesmo competir de igual com as grandes companhias.

Já estruturou o Trinônimo para sua empresa?

Você deve estar se perguntando o que seria esse trinônimo para 2011, correto? Pois bem, o que me refiro são os três itens que  vão lhe dizer como você chegará em 2012. Mais curioso? Então vamos lá, para poder ter mais rentabilidade em 2011 sua empresa precisa estruturar de uma forma realística o trinônimo, que são eles: Segmentação, Mercado-alvo e o Posicionamento.
Com essas definições plenamente estruturadas podemos desenvolver um planejamento estratégico de marketing com bases reais na obtenção de maiores lucros para a empresa.
Quando uma empresa descobre as necessidades de um grupo específico ou define públicos alvos de interesse que tenham algo em comum para atender, surge a segmentação. 
Com a segmentação definida, vem à estratégia para o mercado-alvo, onde são pensados e desenvolvidos os produtos e/ou serviços para surpreender essa segmentação.
O posicionamento diz como a empresa e/ou marca pensa e age como um todo, e/ou como um produto entra no mercado para criar um diferencial de seus concorrentes. O público alvo deve perceber e se identificar com essas diretrizes  que fazem com que o posicionamento seja respeitado por todos os envolvidos na empresa, tornando-se um diferencial.
Conforme Kotler e Keller  posicionamento é a ação de projetar o produto e a imagem da empresa para ocupar um lugar diferenciado na mente do público-alvo. (2006, pág.305).
Depois de estruturado o trinônimo, é possível elaborar um planejamento estratégico de marketing mais focado e com melhores resultados. Assim os esforços serão centrados e com maior rentabilidade, tornando mais fácil almejar as metas e objetivos estruturados para o ano.
É muito importante uma empresa saber em qual público seu produto ou serviço atende. Uma mesma empresa pode criar estratégias completamente distintas para seus produtos e/ou serviços, desde que a marca de cada produto e/ou serviço esteja bem posicionada e identificada no mercado, não mantendo vínculos entre as marcas.
Essa estratégia da empresa possuir diversas marcas completamente diferenciadas são justamente para trabalhar a segmentação, direcionando seus produtos e/ou serviços conforme as necessidades de cada público, atingindo assim um mercado mais amplo.
Comece o ano de  2011 pensando em estruturar seu trinônimo e deixar mais focado seu planejamento estratégico, pois nada mais gratificante para uma empresa em ver seus esforços sendo minimizados e rendimentos maximizados.
E com esse trabalho melhor estruturado, seu 2012 chegará com mais vantagens competitivas e com maiores possibilidades de investimentos, ao qual se faz necessário reestruturar e reavaliar seu trinônimo e planejar os anos seguintes.
Existem gastos de marketing e investimentos em marketing, onde gastos são custos em marketing não estruturado e não planejado ao qual se torce para trazer algum resultado. E os investimentos são as aplicações dos recursos em algo estruturado, aos quais façam almejar às metas. Em qual destes dois itens você quer fazer parte?

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O Marketing faz parte de sua empresa!

Já falamos em saber identificar os públicos alvos mais rentáveis para sua empresa. Também já mencionei a importância do Trinônimo e de saber ouvir, enxergar horizontes e estabelecer metas reais para o sucesso de seu negócio.
Quando se fala em fazer marketing, muitos associam apenas ao papel da publicidade e propaganda, ao qual esse faz parte dos muitos itens tratados pela área. 
Saber identificar as ameaças, oportunidades, pontos fortes e fracos de sua empresa (análise Swot), é o inicio do trabalho de estruturação no  marketing. As informações geradas devem ser trabalhadas utilizando-se ao máximo a criatividade na obtenção dos melhores resultados. Com isso, muitas verbas podem ser pequenas ou simbólicas para aplicar ações que levarão a conquistar as metas almejadas.
Uma empresa precisa investir e acreditar no seu produto / serviço e com isso estruturar ferramentas de todo o composto de marketing. Quando um profissional da área consegue trabalhar as diversas ferramentas e fazer elas comunicarem entre si, os resultados são melhores. Desta forma, é feita a comunicação integrada de marketing, atingindo com eficácia o seu público alvo.
Uma das definições mais conhecidas sobre marketing é onde menciona que “Marketing é uma função organizacional e é um conjunto de processos que envolvem a criação, a comunicação e a entrega de valor para os clientes, bem como a administração do relacionamento com eles, de modo que beneficie a organização e seu público interessado. (AMA - American Marketing Association)”.
Essa definição é um resumo do que resulta trabalhar com marketing focado, ou seja na entrega do valor para o cliente final, buscando a tão difícil fidelização nos dias atuais.
Neste contexto, o marketing integra toda a empresa, seja ela no segmento que atua, pois existem ferramentas direcionadas para se trabalhar empresas de serviços, foco em produção, produto,  relacionamento e para um marketing apenas social.
Por isso que eu insisto em mencionar que fazer marketing não é apenas anunciar ou fazer um folder. Esse pensamento pode muitas vezes ser o custo errôneo de marketing que desenvolve um material  sem foco e sem estratégia. Neste caso, não tendo o retorno esperado, temos o custo e não investimento em marketing.
O que acontece no mercado hoje é que muitas empresas estão fazendo concorrência através do preço e assim vão perdendo a lucratividade por uma única razão, não sabem competir de outra forma.
Competir com o preço é uma estratégia perigosa, onde pode destruir a reputação, confiança e a rentabilidade da empresa. Saber o que os clientes desejam  e agregar valor é essencial para poder se diferenciar dos concorrentes e com isso, aumentar a percepção destes diretamente nos produtos e serviços da empresa.
Como anda seu marketing e suas ações para crescer no mercado? Pense nestas questões e avalie o que pode buscar deste mercado para sua empresa, pois em 2011 suas chances podem ser muito especiais.
http://www.srcomunica.com/

Sua Empresa Tem atitude?

Todos sabem do poder de se ter atitude, ao qual faz muitas empresas hoje serem líderes em seus segmentos.
Vamos começar definindo atitude com um olhar ao estudo do comportamento do consumidor, assim é possível entender a importância e relevância à penetração de mercado alvo.

Uma atitude é uma predisposição para avaliar um objeto ou produto positivo ou negativamente. Formamos atitude em relação a produtos e serviços que frequentemente determinam se os compraremos ou não. (Solomon, pág. 278).

Neste  contexto se seu produto | serviço é muito bom e mesmo assim não está vendendo como deveria, pode ser uma simples questão de atitude de sua empresa.

Seus clientes automaticamente possuem atitude no que estão vendo de sua empresa. Seja a exposição do produto, atendimento, localização da empresa entre muitos outros fatores que fazem o consumidor ter uma atitude positiva ou negativa na compra efetiva dos produtos e serviços. 

Sabemos que as pessoas são movidas por sentimentos que pulsionam a emoção, a racionalidade ou mesmo a necessidade de identificação, ao qual está relacionada à atitude de cada indivíduo.

Em estudos já realizados sobre a atitude do indivíduo, existem três tipos de atitude ao qual a empresa precisa identificar em seus clientes e assim direcionar seus esforços de marketing para que se obtenha maior resultado. O modelo ABC é desenvolvido para as empresas ter o conhecimento de qual a melhor forma de atingir seu público de interesse.

Conforme Solomon (pág.257, 2008) “O modelo ABC (affect, behavior e cognition = afeto, comportamento e cognitivo) de atitude ao quais as maiorias dos pesquisadores concordam em afirmar que existem esses três componentes na atitude. O afeto, que se relaciona com a forma como o consumidor se sente quando a um objeto de atitude. O comportamento envolve as intenções das pessoas para fazer algo com relação a um objeto de atitude. E a cognição refere-se às crenças do consumidor sobre um objeto de atitude  ”.

Pensando neste contexto podemos fazer uma pequena análise, por exemplo, sua empresa tem atitude para encantar os clientes? Tem conhecimento de seus públicos para direcionar as atitudes certas e ações de marketing que realmente tragam resultados?

Nestas observações se faz necessário pensar se o seu concorrente toma sempre a frente de inovar e você apenas observar.  Uma empresa com atitude busca recursos para movimentar o segmento que atua e faz automaticamente as outras empresas também se mexerem, pois hoje num mercado globalizado e extremamente competitivo ficar estagnado é pedir para que seu negócio não prospere. 

Então observar qual é a característica de seus clientes, faz com que se torne mais fácil identificar com quais atitudes sua empresa deve trabalhar, seja na atitude de afeto, comportamento ou cognitivo. Com isso se torna um caminho mais adequado para saber se posicionar e trabalhar o seu mercado corretamente.

E sua empresa tem atitude para trabalhar corretamente seus públicos alvos de interesse? Medir os investimentos e apresentar com inovação seus produtos e serviços?